Precisa de uma resposta e não encontrou no nosso site?


QUERO FAZER UMA PERGUNTA

Inglês

Europe’s economic distress could be China’s opportunity…

Europe’s economic distress could be China’s opportunity. In the past, the country has proved a hesitant investor in the continent, but figures show a 30 percent surge in new Chinese projects in Europe last year.

And these days Europe looks ever more tempting. Bargains proliferate as the yuan strengthens and cashstrapped governments forget concerns over foreign ownership of key assets. On a recent visit to Greece, Vice Premier Zhang Dejiang sealed 14 deals, reportedly the largest Chinese investment package in Europe, covering a range of sectors from construction to telecoms.

Meanwhile, Irish authorities have opened talks with Chinese promoters to develop a 240-hectare industrial park in central Ireland where Chinese manufacturers could operate inside the European Union free of quotas and costly tariffs. In time, that could bring 10,000 new jobs. “It’s good business,” says Vanessa Rossi, an authority on China at the Royal Institute of International Affairs in London. “There’s big mutual benefit here.” Europe needs money; China needs markets.

Newsweek, July 19, 2010, p. 6. Adaptado.

Segundo o texto, a China:

  1. Aproveitou o momento da crise mundial e fez vários investimentos no próprio país.
  2. Teve problemas econômicos similares aos dos países europeus, mas conseguiu superá-los.
  3. Hesitava em investir em países asiáticos e perdeu boas oportunidades na região.
  4. Aumentou seus investimentos na Europa no ano passado.
  5. Ressurgiu como potência mundial após vários anos de isolamento.

Afirma-se, no texto, que a Irlanda

  1. Negocia com a China o desenvolvimento de um parque industrial que trará benefícios à Europa e à própria China;
  2. Possui um plano de desenvolvimento que exime os investidores de pagamento de impostos;
  3. Enfrenta sérios problemas de desemprego, que já afetaram dez mil trabalhadores;
  4. Deseja fechar acordos que envolvam outros países da União Europeia;
  5. Planeja as mudanças que pretende implementar junto à Câmara Real de Negócios Internacionais, em Londres;



Researchers studying 313 healthy Vietnam veterans have found that anger…

Researchers studying 313 healthy Vietnam veterans have found that anger, depression and hostility may increase the risk for cardiovascular disease, diabetes and high blood pressure.

Over a period of ten years, the men had regular physical examinations involving a wide variety of medical tests. They also underwent psychological examinations using well-established questionnaires to determine their levels of hostility, anger and depression.

The researchers measured blood levels of a protein called C3, a marker for the inflammation that is a risk factor for cardiovascular illnesses. After controlling for other variables, the scientists found that those in the highest one-quarter in hostility, anger and depression showed a steady and significant increase in C3 levels, while those in the lowest one-quarter had no increase.
www.nytimes.com, August 14, 2007. Adaptado.

O estudo mencionado no texto:

  1. Avaliou a influência de níveis de hostilidade em indivíduos deprimidos. Baseou-se em diferentes tipos de exames médicos e respostas a questionários.
  2. Foi importante para controlar os níveis da proteína C3 no sangue de soldados com pressão arterial elevada.
  3. Foi desenvolvido para testar a relação entre pressão arterial e diabetes.
  4. Concentrou-se na análise de manifestações depressivas em veteranos do Vietnã.

Os resultados do estudo mencionado no texto sugerem que:

  1. Os níveis da proteína C3 diminuem em homens que passaram por experiências traumáticas de guerra.
  2. Níveis altos de hostilidade são potencial ameaça à saúde mental.
  3. Doenças cardiovasculares podem estar relacionadas aos níveis de hostilidade, raiva e depressão.
  4. Baixa ingestão de proteínas pode causar raiva e depressão, estimulando comportamentos hostis.
  5. Os veteranos do Vietnã analisados estavam menos deprimidos que o esperado.



Segundo o texto, um grande desafio da robótica é…

Although robots have made great strides in manufacturing, where
tasks are repetitive, they are still no match for humans, who can
grasp things and move about effortlessly in the physical world.
Designing a robot to mimic the basic capabilities of motion and
perception would be revolutionary, researchers say, with applications
stretching from care for the elderly to returning overseas manufacturing operations to the United States (albeit with fewer workers).
Yet the challenges remain immense, far higher than artificial intelligence obstacles like speaking and hearing.
“All these problems where you want to duplicate something biology does, such as perception, touch, planning or grasping, turn out to be hard in fundamental ways,” said Gary Bradski, a vision specialist at Willow Garage, a robot development company based in Silicon Valley. “It’s always surprising, because humans can do so much effortlessly.”

http://www.nytimes.com, July 11, 2011. Adaptado.

Segundo o texto, um grande desafio da robótica é:

  1. Não desistir da criação de robôs que falem e entendam o que ouvem.
  2. Melhorar a capacidade dos robôs para a execução de tarefas repetitivas.
  3. Não tentar igualar as habilidades dos robôs às dos seres humanos.
  4. Voltar a fabricar robôs que possam ser comercializados pela indústria norte-americana.
  5. Projetar um robô que imite as habilidades básicas de movimento e percepção dos seres humanos.

De acordo com o texto, o especialista Gary Bradski afirma que:

  1. A sua empresa projetou um robô com capacidade de percepção.
  2. Os robôs já estão bem mais desenvolvidos, atualmente.
  3. A construção de robôs que reproduzam capacidades biológicas é difícil.
  4. As pessoas podem ser beneficiadas por robôs com capacidade de planejamento.
  5. A habilidade das pessoas em operar robôs sofisticados é surpreendente.



Two in every three people on the planet–some 4 billion in total–are…

Two in every three people on the planet–some 4 billion in total–are “excluded from the rule of law.” In many cases, this begins with the lack of official recognition of their birth: around 40% of the developing world’s five-yearold children are not registered as even existing.

Later, people will find that the home they live in, the land they farm, or the business that they start, is not protected by legally enforceable property rights. Even in the rare cases when they can afford to go to court, the
service is poor. India, for example, has only 11 judges for every 1million people.

These alarming statistics are contained in a report from a commission on the legal empowerment of the poor, released on June 3rd at the United Nations.

It argues that not only are such statistics evidence of grave injustice, they also reflect one of the main reasons why so much of humanity remains mired in poverty.

Because they are outside the rule of law, the vast majority of poor people are obliged to work (if they work at all) in the informal economy, which is less productive than the formal, legal part of the economy.

De acordo com o texto:

  1. Dois terços da população mundial vivem à margem da lei.
  2. Quarenta por cento dos recém-nascidos no mundo não são registrados.
  3. O comércio em países em desenvolvimento é rigidamente regulado.
  4. Casos de posse ilegal de terra são combatidos pelos governos de países pobres.
  5. Os cidadãos de países em desenvolvimento esperam muito tempo para obter documentos pessoais.

O relatório citado no texto observa que

  1. A ilegalidade é uma condição combatida em países subdesenvolvidos.
  2. Os dados estatísticos sobre a pobreza no mundo são incompletos.
  3. O fortalecimento do poder legal dos pobres melhoraria sua condição econômica e social.
  4. A pobreza só poderia ser combatida com a intervenção das Nações Unidas.
  5. A economia informal está em vias de ser abolida.



Two in every three people on the planet–some 4 billion in total–are…

"Two in every three people on the planet–some 4 billion in total–are “excluded from the rule of law.”

In many cases, this begins with the lack of official recognition of their birth: around 40% of the developing world’s five-year-old children are not registered as even existing.

Later, people will find that the home they live in, the land they farm, or the business that they start, is not protected by legally enforceable property rights.

Even in the rare cases when they can afford to go to court, the service is poor. India, for example, has only 11 judges for every 1million people.

These alarming statistics are contained in a report from a commission on the legal empowerment of the poor, released on June 3rd at the United Nations. It argues that not only are such statistics evidence of grave injustice,
they also reflect one of the main reasons why so much of humanity remains mired in poverty.

Because they are outside the rule of law, the vast majority of poor people are obliged to work (if they work at all) in the informal economy, which is less productive than the formal, legal part of the economy."

De acordo com o texto,

  1. Dois terços da população mundial vivem à margem da lei.
  2. Quarenta por cento dos recém-nascidos no mundo não são registrados.
  3. O comércio em países em desenvolvimento é rigidamente regulado.
  4. Casos de posse ilegal de terra são combatidos pelos governos de países pobres.
  5. Os cidadãos de países em desenvolvimento esperam muito tempo para obter documentos pessoais.

O relatório citado no texto observa que

  1. A ilegalidade é uma condição combatida em países subdesenvolvidos.
  2. Os dados estatísticos sobre a pobreza no mundo são incompletos.
  3. O fortalecimento do poder legal dos pobres melhoraria sua condição econômica e social.
  4. A pobreza só poderia ser combatida com a intervenção das Nações Unidas.
  5. A economia informal está em vias de ser abolida.



As everybody knows, if you do not work out, your muscles get flaccid…

"As everybody knows, if you do not work out, your muscles get flaccid. What most people don’t realize, however, is that your brain also stays in better shape when you exercise.

Surprised? Although the idea of exercising cognitive machinery by performing mentally demanding activities – popularly termed the “use it or lose it” hypothesis – is better known, a review of dozens of studies shows that maintaining a mental edge requires more than that.

Other things you do – including participating in activities that make you think, getting regular exercise, staying socially engaged and even having a positive attitude – have a meaningful influence on how effective your cognitive functioning will be in old age."

O texto informa que:

a) Exercícios físicos são benéficos para o corpo e para a saúde mental.
b) As pessoas não se dão conta da importância de músculos fortes.
c) O cérebro é muito pouco exercitado por pessoas que não trabalham.
d) Todo mundo deveria exercitar-se diariamente.
e) Grande parte das pessoas preocupa-se apenas com a aparência física.

Segundo o texto, o bom funcionamento de nosso cérebro na velhice depende, entre outros fatores:

a) Das perdas e ganhos que vivenciamos ao longo da vida.
b) Da herança genética que trazemos conosco.
c) Das modalidades de exercícios físicos que realizamos.
d) Da complexidade de exercícios intelectuais a que somos expostos.
e) De nosso engajamento em atividades intelectuais e sociais.